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Algumas impressões sobre o poderoso Musée du Louvre

Algumas impressões sobre o poderoso Musée du Louvre


Paris é uma cidade incrível! Lembro-me que ainda na janela do avião, ao avistar, lá do alto, a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo, senti a sua grandeza, que se confirmou assim que coloquei meus pés em terra firme! Sim, a Cidade Luz era tudo aquilo que vi na TV, nos cinemas e ainda ia mais além... Quanta beleza! Quanto charme! Quanto glamour! Ali estava eu, na metrópole mais visitada, conhecida e desejada no mundo! Foi magico, literalmente! Tive a oportunidade de fazer duas passagens pela cidade  e muitas coisas me marcaram e ficarão para sempre na memória, mas, o privilégio de visitar o famoso Musée du Louvre foi uma emoção sem igual.



Adentrei no museu pela entrada do Carrosel do Louvre e, apesar da modernidade do local, que foi entregue à cidade em 1993, percebi que não viveria uma simples visitação, mas, sim, uma viagem real ao passado e à história do mundo das artes. É algo de tirar o fôlego e simplesmente impressionante... Mas, antes de comentar minhas impressões, gostaria de apresentar um pouco da história deste grandioso museu:



O prédio principal do Louvre foi fundado em 1190, pelo rei Filipe II, como uma fortaleza para proteger a cidade do lado Oeste contra ataques de Vikings, mas foi transformado um palácio por Carlos V no século seguinte. O Louvre foi a sede do governo monárquico francês desde a época dos Capetos Medievais até o reinado de Luís XIV e a partir de 1692 foi iniciada a transformação do complexo de prédios em museu.



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Desde 1692, a história do Louvre está intimamente ligada à cultura: no mesmo ano foi criada uma galeria de esculturas antigas na Sala das Cariátides e recebeu a Academia Real de Pintura e Escultura. Em 1699 recebeu salões de arte concorridíssimos pelo público e por conta de sua vocação natural para o mundo das artes e de atrair multidões, o marquês de Marigny e o conde de Angivillier (ambos foram superintendentes gerais dos edifícios do rei) desenvolveram a ideia de transformá-lo num museu permanente.



O palácio foi inaugurado como museu em 1793 e até receber seu famoso nome, foi chamado de Museu Central das Artes e Museu Napoleão. Em toda sua história as transformações foram constantes e diversos governantes contribuíram para a belíssima arquitetura que o complexo possui. Em nossa época atual, uma das mais recentes e significativas se deu no ano de 1989, intitulada de projeto Grand Louvre, no governo do então presidente François Mitterrand, que transferiu órgãos governamentais dos seus prédios ainda existentes no complexo, abriu novos grandes espaços para exposições, construiu a famosa pirâmide no centro do pátio do palácio, tornando-a acesso principal do museu e redefinindo sua organização que permanece nos mesmos moldes até os dias de hoje.



O museu está dividido em três grandes alas: Richelieu, Denon e Sully, contando com 5 andares: hall, mezanimo, térreo, primeiro e segundo andar. Seus departamentos estão divididos em antiguidades egípicias; antiguidades orientais; arte grega, romana e etrusca; arte islâmica; artes decorativas; pintura; gravuras e desenhos; esculturas. São aproximadamente mais de oito mil anos de arte em exibição e mais de 380 mil itens, sendo 35 mil em exposição permanente.




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O Louvre abriga algumas das obras mais importantes do mundo e grandes nomes da nossa arte tem suas criações expostas em seus grandes salões: Monalisa (Leonardo da Vinci), Vênus de Milus (Alexandros de Antioquia), Vitória de Samotrácia (autor desconhecido), Morte da Virgem (Caravaggio), Grande Odalisque (Jean-Auguste Dominique Ingres), La Belle Jardinière (Rafael), The Lacemaker (Johanner Vermeer), A Liberdade Guiando o Povo (Eugène Delacroix), Psiche Revivedby Cupids Kiss (Antonio Canova), São João Batista (Leonardo da Vinci) e Dying Slave (Michelangelo) são apenas alguns de seus grandes tesouros.




Só se consegue ter ideia da grandeza deste templo máximo da arte vendo-o com os próprios olhos. Conhecê-lo não é tarefa das mais fáceis e apesar de haver mapas e áudio-guias em várias línguas (inclusive em português), dificilmente o visitante não se perderá em suas muitas alas e galerias. Pessoalmente falando, fiquei um bom tempo embaralhado, percorrendo o museu de um lado para outro, até me acertar com as direções do mapa (mas, vale ressaltar que mesmo perdido e sem direção, foi extremamente agradável vislumbrar as grandes obras que estavam diante dos meus olhos.




Visitar o Louvre é obrigatório e posso afirmar, sem medo que, aquele que vai a Paris e não entra nele, não consegue definir por completo o real valor da Cidade Luz (reza a lenda que pode-se viver uma vida inteira apreciando suas obras e, mesmo assim não se consegue avaliar todo o seu valor artístico). Infelizmente foram apenas algumas horas e apesar de satisfeito por conseguir ver com meus próprios olhos algumas das obras mais famosas e importantes do nosso mundo, além de tantas outras que tocaram minha alma, ficou um gosto amargo de quero mais, de que muito tinha para conhecer e admirar.



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Uma tarde, um dia é muito pouco para o Louvre, mas, já dá para se ter alguma noção da grandeza do complexo cultural e aos amantes dá arte, sugiro que façam um esforço e dediquem pelo menos um dia inteiro dentro de seus salões, salas e corredores para apreciar e enxergar com os olhos da alma as obras de arte que ali estão... Tudo bem que a Cidade Luz é pura poesia, tem aroma de história, cultura e com infinitos pontos a serem desbravados e apreciados, mas, com o poder e esplendor do Louvre, ah... estes são poucos!

Jansen Sarmento 

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